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Esporte


07-09-2018

Neymar capitão. Tite, refém, triste dependência da Seleção

O egocêntrico atacante ganha o último mimo que faltava. Depois da camisa 10, dos pênaltis e faltas, recebe de Tite a braçadeira de capitão. Heresia 

São Paulo, Brasil

"É uma coisa que conversei com a minha família.

"A partir de hoje não quero mais ser capitão da Seleção Brasileira. 

É uma mensagem até para o nosso novo treinador, o Tite.

"Eu não quero mais."

Neymar, 20 de agosto de 2016, com a medalha de ouro olímpica no peito, em pleno Maracanã.

"Para mim é um grande prazer, uma grande honra ser nomeado o capitão. Vou fazer de tudo para exercer essa função ajudando meus companheiros e ajudando a Seleção a vencer.

''Amadureci nesse tempo e sei que posso exercer essa função."

Neymar, 6 de setembro de 2018

Foram dois anos e um mês.

Qual foi a demonstração de maturidade de Neymar que levou Tite a anunciar, hoje nos Estados Unidos, que acabou o rodízio? O que fez o treinador entregar a faixa de capitão da única seleção pentacampeã do mundo a que a havia renunciado?

"O tempo passa, as pessoas crescem e amadurecem. Esse tempo todo que estivemos com o Neymar, tivemos situações importantes que ele teve consciência e discernimento. Então ele tem sim essa condição de dar esse passo a frente", garantiu Tite, com um tom de voz emocionado, dramático.

Só que a reação nas redes sociais demonstra que o treinador não tem mais o dom apontado pelo uruguaio Diego Lugano. Ele não 'encanta mais as serpentes' com a facilidade que tinha antes do Mundial, quando salvou o país nas eliminatórias sul-americanas.

Como acontecia antes com todos os treinadores que passaram pela Seleção, todos os seus gestos, atitudes e palavras passaram a ser analisados, contextualizados. 

Seu escudo não existe mais.

É importante não perder o contato com a realidade no futebol. 

Bellini. Capitão da Seleção Brasileira em 1958. Pela liderança, personalidade

 

Foi Tite quem instituiu o rodízio de capitães para tirar a importância da faixa. E entre os os jogadores que receberam este privilégio foi nítido, durante a Copa da Rússia, sua preferência por Thiago Silva. Que teve essa honra duas vezes.

Os motivos foram o massacre que ele sofreu no Mundial de 2014, quando capitão da equipe de Felipão, se desmanchou em lágrimas, após a vitória do Brasil diante do Chile, na decisão por pênaltis, de uma vaga para as quartas de final da Copa.

Depois, na Copa América de 2015, contra o Paraguai, ele deu um soco na bola. Provocou um pênalti desnecessário. Provocou decisão por penalidades que eliminou o Brasil da competição.

O jogador foi limado das convocações de Dunga. Até que Tite decidiu resgatá-lo. Não só o levou para a Copa. Na última hora fez de Marquinhos reserva e deu a ele o lugar de titular. O sonho do treinador seria ver o zagueiro levantar a taça na final de Moscou. O discurso seria que o futebol teria corrigido uma grande injustiça. Isso não aconteceu com a derrota diante da Bélgica.

Thiago Silva fará 34 anos daqui 16 dias. Na Copa do Catar terá 37 anos. Jamais o Brasil teve um titular em um Mundial tão velho. Ainda mais na intensidade, na velocidade do futebol moderno, as chances do zagueiro fazer parte dos convocados em 2022 é remotíssima. Portanto, o jogador de maior personalidade, com característica de capitão, está descartado.

Daniel Alves já tem 35 anos, não jogará o Mundial com 39 anos. Miranda fará amanhã 34 anos. Não chegará ao Catar com 37 anos. Marcelo tem 30 anos e acumula problemas físicos. E Tite sabe a importância de ter um lateral esquerdo veloz, em ótima forma. Também deixou de ser prioridade para 2022, quando terá 34 anos.

Mauro, capitão da Seleção Brasileira em 1962. Pela liderança, personalidade

CBF

 

 

 

Ou seja, entre os veteranos, não há concorrência.

Assim como na nova geração de convocados. Talvez por conta de assessores, agentes, empresários, assessores de imprensa, não surge no cenário nacional ninguém com personalidade forte que mereça ser chamado de 'capitão'.

O que Tite fez foi analisar o grupo que pretende levar para o Oriente Médio, daqui quatro anos.

Indo absolutamente em outro caminho ao que foi dito pelo técnico, é a imaturidade de Neymar que o fez retornar ao cargo de capitão. 

Graças aos céus, uma parcela ínfima da população sofre de amnésia. Ou seja, a maioria lembra da postura do camisa 10 da Seleção durante o Mundial russo, que terminou no dia 17 de julho. Há menos de dois meses.

Como esquecer Neymar rolando, simulando faltas e dores? Principalmente contra a Suíça e o México. Não foi ridicularizado à toa. Contra a Costa Rica xingou Thiago Silva de "filho da p..." pelo companheiro ter jogado uma bola para fora para que um jogador costarriquenho fosse atendido.

Nesta mesma partida, após a vitória brasileira, Neymar resolveu se ajoelhar no meio de campo. E chorar. Para as câmeras do mundo todo. Marcelo correu na sua direção e o fez levantar e parar de fazer cena.

Durante o Mundial, o jogador teve várias discussões com os árbitros. Entre elas, uma ridícula, com o holandês Bjorn Kuipers. As câmeras flagraram Neymar gritando 'don't touch me' para o juiz, que ousou tocar nas suas costas enquanto conversavam. Fora os inúmeros palavrões aos árbitros que as câmeras da Fifa flagraram. 

Tite assistiu tudo isso de um local privilegiado.

Do banco de reservas.

Fora do campo, o atacante levou dois cabelereiros. 

Ambos fizeram um corte para cada partida.

Sua família foi a única a ficar no hotel da concentração, em Sochi.

Se negou a falar quando o Brasil foi eliminado da Copa.

 

E sua voz era a mais importante da Seleção.

Tite mais do que ninguém que Neymar não amadureceu.

Dunga. Capitão da Seleção Brasileira em 1994. Pela liderança, personalidade

CBF

 

 

 

Ao dar a tarja de capitão, o técnico tenta dar uma proteção ao seu jogador no contato com os árbitros. Capitães têm mais liberdade de se expressar. Menor a chance de cartões e expulsões.

Além disso, Tite repete o que a Argentina faz com insucesso há anos. Dar a faixa de capitão ao seu jogador mais talentoso. Messi não consegue liderar nem crianças em um play ground. Todos os argentinos sabem disso, mas o toleram por seu talento.

Um dia depois que Neymar humilhou Militão, Fabinho e Tetê, fazendo com que seus seguidores escolhessem entre eles, aquele que mereceria o 'prêmio feiura' da Seleção Brasileira, o técnico dá como prêmio a tarja de capitão. E ainda tem a coragem de afirmar diante dos jornalistas que ele amadureceu.

Neymar já tem o privilégio de cobrar pênaltis e todas as faltas e escanteios que quiser. Veste a camisa 10, desde que a tirou de Oscar, com cumplicidade de Felipão. Sim, se alguém se esqueceu, o jogador pediu para o ex-treinador da Seleção a camisa que era de Pelé. Às vésperas de começar a Copa das Confederações, em 2013. E conseguiu. 

O treinador especializado em garotos, Rogério Micale, deu a faixa de capitão da Seleção Olímpica a Neymar. Com o time empatando contra a África do Sul e Iraque, no início da competição, o jogador foi massacrado pela imprensa. E, mesmo capitão, passou a se recusar a dar entrevista.

Com a conquista do ouro, contra a Alemanha, com nove reservas, Neymar voltou a falar. E avisou que todos teriam de 'engoli-lo'. Pouco antes de renunciar à faixa de capitão.

"Sou contra o Neymar ser capitão do Brasil. Não tem perfil de um líder. Temos que tirar a responsabilidade de cima dele (Neymar) e deixá-lo se divertir em campo. Não tem que falar com o árbitro e ser o intermediário entre os jogadores e o treinador. Ele é o maior ícone do futebol brasileiro nos últimos dez anos, mas agora ele tem que jogar, não liderar", já avisava Cafu, em 2015, para a revista Four Four Two.

"Neymar pode chegar a ser o melhor do mundo, mas nunca poderá ser o capitão do Brasil. Todos devemos recordar que Neymar já foi o capitão e teve sérias dificuldades neste período. Deve se concentrar apenas no futebol e esquecer do resto. Ele pode chegar a ser o melhor jogador do mundo, mas nada mais do que isso", decretou o campeão mundial Paulo Sérgio.

Cafu. Capitão da Seleção Brasileira em 2002. Pela liderança,personalidade

CBF

 

 

 

Tite se mostra como Mano Menezes, Dunga e Felipão mais um refém de Neymar.

Se dobra diante do talento do jogador.

Tenta agradá-lo de todas as maneiras. 

E tenta convencer com qualidades que ele não tem.

Ninguém é perfeito.

Cafu resumiu o básico: Neymar não é líder.

Exerce seu poder o que é muito diferente.

Como jogador mais caro do mundo.

Com rendimentos mais de 15 vezes maiores do que o de Tite.

É visto como um ídolo para os jovens da Seleção.

Tem a carreira dos sonhos aos companheiros.

A proteção total da Comissão Técnica.

"Não é fácil ser Neymar", resume o diretor de Seleções, Edu Gaspar.

E conta com todos os privilégios que Tite pode dar.

Neymar. Capitão da Seleção Brasileira em 2018. Pura dependência técnica de Tite

CBF

 

 

 

O que faltava estará no seu braço a partir de amanhã.

A faixa de capitão da Seleção Brasileira.

Por pura acomodação do treinador.

Não a valorizou enquanto capitão

Se livrou dela quando foi pressionado.

O jogador do PSG não amadureceu.

Segue egocêntrico como sempre.

Pensa primeiro nele e depois no grupo.

Triste realidade para quem se lembra de alguns jogadores.

Bellini, Mauro, Carlos Alberto Torres, Dunga e Cafu.

Mas esta é a Seleção Brasileira de setembro de 2018.

A que está de joelhos para Neymar da Silva Santos Júnior...

 

 


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